O surrealismoBVBA Supply
Filme e editorial de coleção num museu que não existe. A roupa é real, o corpo é real. A sala, a luz de galeria e o ouro que escorre pelas paredes foram construídos depois, com IA e com direção.
Ninguém achaestranho.
Visitantes atravessam a galeria como numa terça-feira qualquer. O museu derrete ao redor e ninguém reage. Câmera travada, luz fixa: quem se move é o corpo e o ouro.
Uma coleção pedia um cenário que nenhum estúdio alugado entrega: um museu surreal, sóbrio, com a mesma sala em todas as fotos e em todos os planos do vídeo.
A primeira tentativa, gerada só a partir de texto, mudava a cada imagem. A sala virava outra, o gato trocava de cara. Descrição sozinha não segura continuidade.
Invertemos a ordem. Primeiro veio uma imagem-mestre da sala, com planta baixa, inventário de materiais e mapa de luz. Toda variação nasce dessa imagem, nunca do zero.
No set, câmera travada e luz que não muda. Depois, o museu entra por trás do corpo e se mexe. A regra de arte: uma coisa errada por enquadramento, nunca duas.
- Bíblia do cenário: planta, materiais e luz
- Plates da sala em alta resolução, vertical e horizontal
- Direção de set: câmera, luz e marcações no chão
- Composição da peça real com o cenário
- Reel vertical para Instagram
O ensaio
A peça real, no corpo real, dentro da sala construída. A luz do set foi escolhida para bater com a luz da galeria.



A sala que cede
O surreal está no prédio, não no quadro. Parede que escorre como cera assusta mais do que pintura estranha.




Os outros registros
Um estranhamento por enquadramento: ausência, escala, sombra e o gato como acervo.




Imagens geradas e compostas com IA a partir de ensaio fotográfico real, com direção da MAYAA. Esta página mostra criação; não há número de mídia aqui.